segunda-feira, 7 de março de 2016

Professor brasileiro concorre a Nobel da Educação

Do site Brasil Post:

Professor brasileiro é indicado ao 'Nobel da Educação' e defende mais mulheres na ciência

"Um engenheiro químico que descobriu, na sala de aula, sua maior vocação. Os trabalhos voluntários do professor Márcio de Andrade Batista com o ensino médio, universitário e com comunidades fizeram ele se tornar o único brasileiro entre os 50 finalistas do Global Teacher Prize, considerado o "Prêmio Nobel da Educação".

Filho de uma professora e leitor voraz da Coleção Vaga-Lume na infância, Batista foi escolhido entre milhares de candidatos de 148 países. Apenas 29 nações são representadas na edição 2016.

A premiação será realizada no dia 13 de março, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. O prêmio é de US$ 1 milhão e reconhece um "professor excepcional que tenha feito uma contribuição extraordinária para a profissão".

Leia a matéria completa aqui.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Presença de imigrantes cresce em escolas de SP

Matéria da Revista Educação mostra dados que apontam o crescimento da presença de imigrantes nas escolas da rede estadual de ensino de São Paulo. São mais de 8.500 estrangeiros matriculados - um aumento de 11,8% desde 2013, segundo levantamento da Secretaria Estadual da Educação publicado pela revista.

Veja abaixo um trecho da matéria.

"O número de estrangeiros nas escolas estaduais de São Paulo aumentou 11,8% desde 2013. Agora, a rede tem 8.579 alunos provenientes de 95 países. A origem mais comum entre os estudantes é a Bolívia, que vem seguida do Japão, Peru, Paraguai e Argentina. Apesar de não figurar entre os países que mais têm estudantes na rede estadual de São Paulo, o Haiti teve um crescimento grande. Neste período, o número de matrículas de haitianos subiu de 9 em 2013 para 68, sendo 7 vezes maior em 2014".

Aqui você lê a matéria completa.

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Ampliar o conhecimento infantil sobre o mundo real

A inciativa pioneira - e desafiadora - da indústria de brinquedos Lego de lançar brinquedos 'deficientes' merece uma saudação. Não apenas pelo pioneirismo e coragem, mas pelo avanço que representa para o universo infantil.

Na prática, isso quer dizer que as crianças terão a chance de conhecer, cada vez mais cedo, como é o mundo real, onde vivem cadeirantes, deficientes visuais, auditivos, pessoas que perderam determinados membros do corpo ou aquelas cuja mobilidade é mínima, dentre outras.

Aprender sobre como é a realidade, desde cedo, fará com que as futuras gerações cresçam cada vez mais distantes do preconceito e da falta de conhecimento. E servirá como elemento para difundir a tolerância, a convivência harmônica e o respeito mútuo - reduzindo cada vez mais a percepção das diferenças. Este é um elemento essencial na formação de cidadãos do futuro melhores.

A propósito, o assunto dos brinquedos Lego com necessidades especiais - que inspirou esta postagem - foi objeto de reportagem da BBC Brasil, cujo link disponibilizo abaixo:

VEJA A REPORTAGEM DA BBC AQUI.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Projeto do livro em Bariri, interior de SP

As atividades de abertura do ano letivo de 2016 no município de Bariri, no interior de São Paulo, contemplaram o livro O Saci de Duas Pernas como parte da temática de discussão com professores e professoras.

A equipe pedagógica da Diretoria de Educação local convidou para a atividade o escritor e professor Djair Galvão e o ilustrador e editor Altemar Domingos para proferir palestra sobre o livro, realizada no Espaço da Melhor Idade.

Os palestrantes compartilharam experiências pessoais, profissionais e de criação da obra, que servirão de apoio à elaboração de ações pedagógicas voltados às atividades de inclusão e diversidade naquela rede municipal ao longo do ano.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Os leitores do futuro

Destaco nesta postagem a excelente iniciativa de uma escola infantil de Porto Alegre (RS) que levou a sério a ideia de formar novos leitores para o futuro. Só que o projeto foi além: mira crianças ainda não alfabetizadas a "produzirem" livros. De imediato, poderia ser visto apenas como um gesto agradável, 'bonitinho' ou algo para enrolar os pais e mães. Na prática, trata-se de uma aposta plausível e que busca criar um ambiente favorável à criação de novos leitores - e o melhor ambiente para tal é a casa das próprias crianças.

Ao investir no manuseio de livros em casa, estimula o contato, aguça a curiosidade e a criatividade dos pequenos, faz com que pais ou responsáveis arrumem tempo para ler e até avaliem o que está sendo posta à disposição dos pequenos estudantes que sequer conhecem os segredos das letras, fonemas etc. E faz também a escola se engajar na ampliação do universo de leitores e leitoras, especialmente num mundo em que é forte a tentação de deixar com que o Facebook e demais "mídias/redes sociais" eduquem nossos filhos para o uso da palavra, da criação e do lúdico - um desastre sem precedentes, combinemos!

Reproduzo um trecho da reportagem do site Porvir, que trouxe os detalhes do projeto da Escola de Educação Infantil "Aprendendo a Crescer", de Porto Alegre:

Projeto incentiva crianças não alfabetizadas a produzirem livros

A partir de um projeto de leitura, escola de Porto Alegre instiga alunos da educação infantil a contarem suas histórias.

Leia aqui a matéria completa.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

O que significa índios na universidade?

Uma notícia veiculada apenas em páginas da internet não chamou a atenção da mídia tradicional. Trata-se da formação da primeira turma de índios por uma universidade brasileira, ocorrida recentemente na Universidade Federal de Santa Catarina. Este é um fato estranho para um país que considera seus indígenas criaturas que habitariam os livros de história ou a imaginação das crianças a cada "Dia 19 de Abril". "índios na universidade?", questionariam os conservadores de sempre. Afinal, índio é uma figura emblemática na cultura brasileira. Do tipo que existiria para "compor a paisagem" ou apenas "aqueles que estavam aqui antes de nós".

Enfim, o significado desses brasileiros adentrando espaços reservados a determinadas camadas da população é de um processo de transformação que levará um tempo para ser absorvido pela sociedade. Afora não ser "lugar de índio", a universidade poderia ser a "aculturação" desses brasileiros, segundo o senso comum. Significa que o Brasil começa a dar um passo para reconhecer os indígenas como parte do seu povo. E isso é só o começo. Espera-se muito mais. Que seja só o começo. E não tenha fim.

Leia abaixo um trecho da matéria do site CONEXÃO LUSÓFONA relatando a formação da primeira turma indígena brasileira: Universidade brasileira forma sua primeira turma composta só por índios

"A Universidade Federal de Santa Catarina formou a sua primeira turma composta só por índios. O grupo se gradua em Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica.

São 85 alunos das etnias guarani, kaingang e laklãnõ/xokleng, provenientes do Mato Grosso do Sul (MS), Espírito Santo (ES), Rio de Janeiro (RJ), Santa Catarina (SC) e Rio Grande do Sul (RS). O curso teve duração de quatro anos, entre aulas na universidade e atividades desenvolvidas nas aldeias. Os estudantes receberam formação para lecionar nas áreas de infância, linguagens, humanidades e conhecimento ambiental indígena.

O juramento na colação de grau falou de cultura, liberdade, autonomia, luta pela terra, autodeterminação, alegria e crianças sadias. O discurso dos oradores ressaltou a preocupação com o futuro, a importância das tradições culturais e da demarcação de território indígena:

– Não importa o povo ou etnia a que pertencemos, somos todos irmãos, filhos desta terra – lembraram". Leia a matéria completa aqui.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Livro aborda temática de gênero com o público infantil

A escritora Janaína Leslão superou o desafio de abordar a temática de gênero com o público infantil a partir da publicação do livro A Princesa e a Costureira. Para tratar do tema, Janaína usou elementos que ilustram pluralidade, diversidade, respeito e conhecimento como ingredientes da história.

Veja a entrevista que ela concedeu ao canal Ninharias, hospedado no Youtube.